brincando com a comida! 2
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Adoro quem brinca com comida! Adoro comida, na verdade! Fotografia de
comida, fotografia com comida.. Essa semana quem fez o sucessão foi o Dan
Cretu, c...
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"Não preciso de mais um otário falando o que eu posso ou não fazer
Nem das mina que reproduz a passividade que nos ensinaram a ter
Quando uma mulher avança, nenhum homem retrocede!
Meninas para frente!" Anti-corpos
"Fazendo Gênero" - intervenção de Graffiti no encerramento das atividades do Mês da Mulher da PMJP na Praça Rio Branco
Discreta,ela atravessa a rua em linha reta.
Todos os dias a vejo passar no mesmo horário.
O vestido um pouco curto, cintura no lugar, lata na mão.
Um belo decote ela usa.
Ela não olha pros lados.
Pra que?
Mulheres são indecentes,homens safados.
O melhor é fingir que não se vê.
Ela arrisca um traço, seduzida pelo barulho colorido,
não se arrepende e olha mais:
olha cores no proibido.
Todos os dias a vejo passar no mesmo horário.
O vestido um pouco curto, cintura no lugar, lata na mão.
Um belo decote ela usa.
Ela não olha pros lados.
Pra que?
Mulheres são indecentes,homens safados.
O melhor é fingir que não se vê.
Ela arrisca um traço, seduzida pelo barulho colorido,
não se arrepende e olha mais:
olha cores no proibido.
Vermelho
Inspirado
Pra ser exato
Inspirado!
Em quem não se inspira?
O poeta não precisa de idéias, mas de motivos
E o que move o homem são sonhos
Nos meus sonhos te vi
Do marrom falei já
Agora me desperta esse vermelho
“Está nos olhos a beleza”
Dizes
Mas estão também nos lábios vermelhos que fazem música e dão o tom
De lábios eu entendo,
e ainda não vi lábios assim
Que gosto tem o vermelho?
Ainda não provei, mas quero...
Mas um beijo só não é muita coisa
Senão para quem não quer muita coisa
E um momento só não vale
Mas vale uma sucessão de momentos
E uma seqüência de dias
e tempo que dure
vale o que não se quebra de imediato
que não se rompe com o vento
e que não se desgasta com o tempo
e que se faz consistente
vermelho...
Lá vamos nós em Salvador mais uma vez pelo mesmo motivo: evento feminista e pausa para pintura com os amigos e amigas. Ano passado como postei aqui antes, os desordeiros do Nova DezOrdem estavam se articulando num espaço na nossa querida Gamboa (Solar do Unhão, comunidade ao lado do MAM). Hoje a pequena articulação virou o Musas (Museu de Street Art de Salvador), o que é motivo de orgulho para a população - e pra mim também <3 - que vive lá dentro da comunidade, que agora não é mais vista como lugar excluído do resto da sociedade, mas como um lugar que tem cultura, muita cultura.
Como o pessoal do Musas conhece a Sista Katia (Dyvegana Lyndan), uma das pessoas que organizam o festival que eu fui - o Vulva La Vida - foi combinado que no último dia do festival, quem quisesse poderia ir lá e fazer umas intervenções. Pedi umas latas 'emprestadas' as amigue, por que eu fui de carona de João Pessoa à Salvador - sim, carona na estrada, com gente que eu nunca vi na vida, mas foi por uma boa causa - e não tinha levado latas de tinta, pra não carregar peso (já bastava pegar carona nas BRs no sol, né?). Ainda encontrei o doido do Kaja por lá. Foi uma pintura linda, pegando um bronze sinistro nas costas!!!
What keep us strong
To fight for what we believe in?
We are only strong
If we can remain
United blood
Respect for all
The right place is here
The right time is now
We've got to live
The way that we want
Fight for better days
Respecting everyone
Trecho de uma música do Questions, banda que eu curto e que o Edu canta. Edu faz uns desenhos lindos e faz intervenções urbanas com eles. Utilizando stencils e lambes, além dos pixos, é claro. Fizemos uma intervenção aqui em João Pessoa, quando a banda passou por aqui. :D
Mas depois veio o sol. E veio com força, pra calar a boca de quem tava reclamando!! Trampos feitos nas pressas, deu nem tempo de detalhar direito, pois tínhamos que voltar no final da tarde. Foi legal pintar ao lado de quem não pintava há tempos comigo, por estar morando longe, como Paulo Pires (admiro muito essa cara).
Não sei se foi coincidência de novo, mas fui chamada pra pintar no segundo mutirão, na mesma subestação do primeiro (é que fica de esquina e tinha um outro muro enorme) com o segundo desenho que fiz, que foi o mais clichê de todos. Afinal, falar de 'gato' elétrico utilizando desenho de gatos de verdade não é original! Coube a nós que fizemos os 'gatinhos' ousarmos na criatividade!!!
Uma pena foi ver que na subestação em que iríamos grafitar sobre sustentabilidade e reciclagem, tivesse tanta sujeira na calçada lateral. Causada por moradores da comunidade que fica ao lado, por motoristas dos carros que passam na avenida. As pessoas jogam lixo no chão como se isso fosse legal.. Triste.. No mesmo muro pintaram grafiteiros daqui de João Pessoa e também de Campina Grande, Cabedelo, Lucena, Recife e Aracaju.
Uma pena foi ver que na subestação em que iríamos grafitar sobre sustentabilidade e reciclagem, tivesse tanta sujeira na calçada lateral. Causada por moradores da comunidade que fica ao lado, por motoristas dos carros que passam na avenida. As pessoas jogam lixo no chão como se isso fosse legal.. Triste.. No mesmo muro pintaram grafiteiros daqui de João Pessoa e também de Campina Grande, Cabedelo, Lucena, Recife e Aracaju.
Fui selecionada logo de cara pra pintar no primeiro mutirão do Concurso Arte e Energia. Com o desenho, que foi coincidentemente, o primeiro de fiz pra enviar pra seleção. Tenho todo um carinho por esse desenho, que inicialmente nem tinha cor, mas acabei colorindo depois.
Foi legal rever e pintar ao lado de amigos daqui da cidade, de Lucena, Campina Grande e Recife. Pintar numa das principais avenidas de João Pessoa, a Pedro II, foi inédito e ao mesmo tempo gratificante pra mim. Fiquei satisfeita com o resultado do trabalho. O apoio que tivemos da equipe da organização do concurso colaborou e muito pra isso também. ;DD
Foi legal rever e pintar ao lado de amigos daqui da cidade, de Lucena, Campina Grande e Recife. Pintar numa das principais avenidas de João Pessoa, a Pedro II, foi inédito e ao mesmo tempo gratificante pra mim. Fiquei satisfeita com o resultado do trabalho. O apoio que tivemos da equipe da organização do concurso colaborou e muito pra isso também. ;DD
concurso "Arte e Energia na Subestação"
Marcadores: arte e energia, energia, ENERGISA, Graffiti, reciclagem, sustentabilidade
A reciclagem, a sustentabilidade e o consumo consciente de energia tornaram-se além de temas da sociedade contemporânea, inspiração para artistas de todo o Brasil.
O Concurso Arte & Energia, tem o objetivo de retratar através da arte urbana do graffiti, grandes murais produzidos por grafiteiros e grafiteiras, nas subestações da ENERGISA (empresa de energia aqui no nordeste), abordando esses temas com o intuito de pautar a consciência ambiental através da arte.
Segundo o edital, cada grafiteir@ poderia enviar até cinco desenhos para serem selecionados para o concurso. Eu, Pri Witch, envei apenas quatro desenhos. Já sem muita esperança, pois muita gente que pinta muito há anos também haviam enviado os seus. E concorrer com eles seria quase que perca na certa!
Para a minha surpresa (e alegria, lógico), os quatro desenhos que enviei foram selecionados. Dois deles foram selecionados para serem feitos em subestações de João Pessoa e outros dois para Guarabira, ambas cidades aqui na Paraíba.
O Concurso Arte & Energia, tem o objetivo de retratar através da arte urbana do graffiti, grandes murais produzidos por grafiteiros e grafiteiras, nas subestações da ENERGISA (empresa de energia aqui no nordeste), abordando esses temas com o intuito de pautar a consciência ambiental através da arte.
Segundo o edital, cada grafiteir@ poderia enviar até cinco desenhos para serem selecionados para o concurso. Eu, Pri Witch, envei apenas quatro desenhos. Já sem muita esperança, pois muita gente que pinta muito há anos também haviam enviado os seus. E concorrer com eles seria quase que perca na certa!
Para a minha surpresa (e alegria, lógico), os quatro desenhos que enviei foram selecionados. Dois deles foram selecionados para serem feitos em subestações de João Pessoa e outros dois para Guarabira, ambas cidades aqui na Paraíba.
Pra quem pensa que acabou, tem mais! Poxa.. Se depois do evento muita gente volta pras suas cidades, mas muita gente ainda fica no Riodixanêro, por que não fazer uma última pinturinha juntos, já que sobraram uns restinhos de tinta, né?
Todo mundo com carinha de morto de cansado, as latas quase todas no fim, mas o que valia era reunir os amigos pra conversar, trocar experiências e pintar. Exaustos ou não, essa é a função dos amigos! Ainda comemos milho, por que um cara passou vendendo e dizendo que o muro tava lindo e que ele já foi pichador.. ♥
Todo mundo com carinha de morto de cansado, as latas quase todas no fim, mas o que valia era reunir os amigos pra conversar, trocar experiências e pintar. Exaustos ou não, essa é a função dos amigos! Ainda comemos milho, por que um cara passou vendendo e dizendo que o muro tava lindo e que ele já foi pichador.. ♥
E finalmente chegou o dia de subir o morro e deixar tudo lá bem colorido. Subimos e quando começamos a pintar, sobe também o vento gelado e descem gotas de chuva. Muita chuva. Muita chuva mesmo.
Mas quem falou que a gente se importou? Tava todo mundo numa vibe tão massa e tanta vontade de deixar sua marca nos muros, escadarias, janelas, pedras, o que desse pra pintar, que a gente pintou debaixo de chuva mesmo. Nunca teve tanta criança me pedindo tinta, pedindo pra eu fazer tag no braço, na camisa...
Depois todo mundo só queria era ver os b.boys dançando, comer um pouquinho, tomar suas brejas, sucos, refris, cachaças e torcer na Batalha do Real. Onde grafiteiro também rimou e tudo... Foi massa demais.
Mas quem falou que a gente se importou? Tava todo mundo numa vibe tão massa e tanta vontade de deixar sua marca nos muros, escadarias, janelas, pedras, o que desse pra pintar, que a gente pintou debaixo de chuva mesmo. Nunca teve tanta criança me pedindo tinta, pedindo pra eu fazer tag no braço, na camisa...
Depois todo mundo só queria era ver os b.boys dançando, comer um pouquinho, tomar suas brejas, sucos, refris, cachaças e torcer na Batalha do Real. Onde grafiteiro também rimou e tudo... Foi massa demais.
Ah, gente.. Como falei no post anterior, muita gente pra pouco muro. Então quem não conseguiu se 'apertar' e interagir com os graffitis dos amigos que estavam grafitando no 'muro oficial', teve que recorrer a outros muros. E foi muita gente, viu.. Um deles foi meu namorado lindes, que está começando a pintar também (sou uma má influência, eu sei).
Ele pintou ao lado de Dinha, amiga minha de Recife e como sobrou um pequeno espaço entre os trampos dos dois, bem na esquina, e eu ainda tinha fôlego e tinta na mochila pra mais um, não resisti. Pintei mesmo. Nem queria.. Mas esperar ele terminar o trampo só olhando, euzinha mesma que não aguentaria.. kk
Ele pintou ao lado de Dinha, amiga minha de Recife e como sobrou um pequeno espaço entre os trampos dos dois, bem na esquina, e eu ainda tinha fôlego e tinta na mochila pra mais um, não resisti. Pintei mesmo. Nem queria.. Mas esperar ele terminar o trampo só olhando, euzinha mesma que não aguentaria.. kk
Acho que já falei sobre o Meeting of Favela aqui, e o quanto a galera se mobiliza e faz os corres pra participar desse evento. Ele cresceu tanto que vem gente de outros países pintar também. Fui primeiro em São Paulo (rever o boy) e de lá fomos pro Rio pintar lá. Ficar na casa de amigos e nos divertir com eles é a melhor coisa. Ismael deu a força, colchão, água e piadas pra nós dessa vez.
Como ganhou uma proporção muito grande, rolam duas pinturas meio que 'oficiais' do evento. O pré-MOF e o MOF mesmo, que todo mundo sai pra pedir autorização dentro da comunidade da Vila Operária, em Duque de Caxias.
Pro pré-MOF, Kaja (boy doido que organiza o evento) desenrolou um muro enoooorme e que ainda assim ficou pequeno pra tanta gente. Mas foi massa. Reencontrar os amigos que moram longe e pintar com eles. Catamos um espacinho eu, Mônica e Vidal -ambos de Salvador- pra poder colorir um pouco, debaixo de um sol de queimar os miolos.
Como ganhou uma proporção muito grande, rolam duas pinturas meio que 'oficiais' do evento. O pré-MOF e o MOF mesmo, que todo mundo sai pra pedir autorização dentro da comunidade da Vila Operária, em Duque de Caxias.
Pro pré-MOF, Kaja (boy doido que organiza o evento) desenrolou um muro enoooorme e que ainda assim ficou pequeno pra tanta gente. Mas foi massa. Reencontrar os amigos que moram longe e pintar com eles. Catamos um espacinho eu, Mônica e Vidal -ambos de Salvador- pra poder colorir um pouco, debaixo de um sol de queimar os miolos.
Sabe quando bate aqueeeeeela instiga pra pintar? Era como estávamos eu, Ross e Marquinhos nesse dia. C.Cura por vida eu já sou. Mas tava demais! Acho que por tudo o que tinha acontecido comigo no dia. Apresentação circense na comunidade, encontrar velhos amigos e professores, pintar pra uma garotinha, um gatinho preto querer me adotar como mãe, o por do sol no Hotel Globo... Ah, foi tudo tão mágico que um monte de energia boa ainda pairava durante a noite.
Resultou em um trampo feito com calma, mais paciência, mais detalhes, mais risadas, mais laricas de pitomba e no final ainda fomos contemplados com uma apresentação teatral do SerTão Teatro, com uma peça do Ariano Suassuna. ♥
Resultou em um trampo feito com calma, mais paciência, mais detalhes, mais risadas, mais laricas de pitomba e no final ainda fomos contemplados com uma apresentação teatral do SerTão Teatro, com uma peça do Ariano Suassuna. ♥
Pintar portão, principalmente quando sai pra grafitar onde não se tem autorização (não façam isso, crianças.. peçam sempre! kkk), é a VIDA. Primeiro que você não precisa passar tinta lavável, poupa tempo, se suja menos.. Enfim.. Adoro pintar portões. Mas esse foi diferente. Estávamos eu e Marquinhos indo em direção ao Centro Histórico daqui pra grafitar com outro amigo e conversávamos sobre ocupação de lugares que o estado abandonou. E o quanto é massa que isso aconteça.
Daí passamos em frente ao antigo IML -Instituto de Medicina Legal -daqui da cidade, que está desativado há décadas. E ele foi ocupado também. Fiquei pensando o quanto é chocante imaginar que onde só ficavam pessoas mortas, agora é lugar que simboliza vida, uma nova chance de sobreviver e criar seus filhos sob um teto, pra muita gente que agora habita lá.
Batemos na porta e pedimos pra entrar, explicar que pretendíamos grafitar lá dentro pra dar mais cor pra aquelas paredes que só lembravam necroses. Conversamos tanto com uns moradores que perdemos a noção de tempo. Mal pintamos. Na verdade só pintei por que uma menininha, muito fofa, pediu pra eu fazer uma bonequinha na porta da casa dela. Sou muito mole, atendi o pedido dela quase chorando. Coisa rápida pra que ela não notasse o quanto fiquei emocionada...
Daí passamos em frente ao antigo IML -Instituto de Medicina Legal -daqui da cidade, que está desativado há décadas. E ele foi ocupado também. Fiquei pensando o quanto é chocante imaginar que onde só ficavam pessoas mortas, agora é lugar que simboliza vida, uma nova chance de sobreviver e criar seus filhos sob um teto, pra muita gente que agora habita lá.
Batemos na porta e pedimos pra entrar, explicar que pretendíamos grafitar lá dentro pra dar mais cor pra aquelas paredes que só lembravam necroses. Conversamos tanto com uns moradores que perdemos a noção de tempo. Mal pintamos. Na verdade só pintei por que uma menininha, muito fofa, pediu pra eu fazer uma bonequinha na porta da casa dela. Sou muito mole, atendi o pedido dela quase chorando. Coisa rápida pra que ela não notasse o quanto fiquei emocionada...
Saudade dentro do peito
É qual fogo de monturo
Por fora tudo perfeito,
Por dentro fazendo furo.
Há dor que mata a pessoa
Sem dó e sem piedade,
Porém não há dor que doa
Como a dor de uma saudade.
Saudade é um aperreio
Pra quem na vida gozou,
É um grande saco cheio
Daquilo que já passou.
Saudade é canto magoado
No coração de quem sente
É como a voz do passado
Ecoando no presente.
A saudade é jardineira
Que planta em peito qualquer
Quando ela planta cegueira
No coração da mulher,
Fica tal qual a frieira
Quanto mais coça mais quer.
Patativa do Assaré
Antônio Gonçalves da Silva, conhecido como Patativa do Assaré, nasceu em Serra de Santana, município de Assaré, no sul do Ceará, em 1909. O fato de ter passado somente seis meses na escola não impediu que sua veia poética florescesse e o transformasse em um inspirado cantor de sua região, de sua vida e da vida de sua gente. O poeta faleceu no em 2002, aos 93 anos.
Eu, particularmente, sou fã do trabalho de Patativa e saudade era o que eu mais sentia no dia desse graffiti, que foi feito na pista de skate aqui de João Pessoa. Saudade dos amores, amigos e momentos bons.
"Vamo pintar?"
"Vamos!"
"Quando?"
"Amanhã"
"Massa!"
"Vou chamar os outros"
Assim foi a conversa entre eu e Aline (namorada do meu amigo Múmia e quem fez todos os coraçõezinhos), que está começando a fazer umas intervenções conosco. Decidimos pintar no beco da cachaçaria aqui por que aos sábados rola grupos de chorinhos numa praça ao lado. Fomos, ouvimos o chorinho, colorimos o muro e marcamos mais rolês.
"Vamos!"
"Quando?"
"Amanhã"
"Massa!"
"Vou chamar os outros"
Assim foi a conversa entre eu e Aline (namorada do meu amigo Múmia e quem fez todos os coraçõezinhos), que está começando a fazer umas intervenções conosco. Decidimos pintar no beco da cachaçaria aqui por que aos sábados rola grupos de chorinhos numa praça ao lado. Fomos, ouvimos o chorinho, colorimos o muro e marcamos mais rolês.
Sempre bom pintar com os amigos, sempre bom viajar. Sempre bom viajar e encontrar os amigos pra pintar. Isso foi o que aconteceu em Salvador, na Bahia. No início do ano fui lá pra participar de um encontro feminista e no meio do encontro, decidi 'gazear' uma palestra e rever os amigos. Acabei conhecendo um lugar lindo e que é muito mal visto pela sociedade baiana: a Gamboa. Uma comunidade linda que vê o sol se por e fica ao lado do MAM (Museu de Arte Moderna). Pegamos um sol bem gentil nas costas pra pintar dentro dos arcos da Gamboa, mas o resultado e as risadas valeram a pena! kkkk
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